O uso ou a ameaça de uso da força voltou a ser moeda corrente nas relações internacionais. Na América Latina, riscos geopolíticos à soberania nacional se sobrepõem a riscos associados à atuação de poderosas organizações criminosas. Para o Brasil, o novo cenário reforça a necessidade de incluir a defesa nacional entre os temas centrais da agenda do país. Como aumentar a nossa capacidade de defesa, considerando os desafios colocados à soberania nacional e as restrições orçamentárias do Estado brasileiro?

Doutor em Relações Internacionais (PUC-Rio). Pesquisador Sênior do Núcleo de Estudos Avançados do INEST/UFF e membro do Grupo de Avaliação da Conjuntura Internacional da Universidade de São Paulo (GACINT/USP). Ex-diretor da Escola de Guerra Naval e ex-pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Escola Superior de Guerra. Autor do livro “A Diplomacia de Defesa na Sociedade Internacional”.

Pioneiro da Defesa Cibernética brasileira. Atuou nos primeiros projetos da área, comandou operações militares e foi subchefe do CDCiber. É engenheiro pelo IME e mestre e doutor pela UnB. Possui certificações internacionais em cibersegurança e atua no setor privado.

Professor titular aposentado da Universidade Federal Fluminense, pesquisador do Núcleo de Estudos de Defesa, Inovação, Capacitação e Competitividade Industrial (UFFDEFESA) e membro do Conselho Consultivo do Centro de Defesa e Segurança Nacional (CEDESEN). É PhD em engenharia de sistemas pela US Naval Postgraduate School, fundador e ex-CEO da Holosys Engenharia de Sistemas e especialista em estudos de defesa e preparo de capacidade militar.

Diretor geral da Fundação FHC, cientista político e Distinguished Fellow of the Kellogg Institute for International Studies.
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