O governo Trump quer países alinhados a Washington na América Latina e no Caribe, e tem se utilizado de diversos instrumentos de pressão com essa finalidade. O Brasil ocupa lugar central nas pretensões americanas. Nesse contexto, o que se pode esperar da relação bilateral no mandato presidencial que se iniciará em janeiro de 2027?
Para discutir os cenários possíveis, a depender dos resultados das eleições presidenciais no Brasil e das eleições para o Congresso nos Estados Unidos, a Fundação FHC convidou dois profundos conhecedores da política externa dos dois países e das relações bilaterais.

Professor associado de Estudos Brasileiros da Florida International University. É doutor e mestre em Ciência Política pela Universidade de São Paulo e mestre em Relações Internacionais pela Universidade Estadual de Campinas (Programa San Tiago Dantas).
Sócio-fundador da Dinâmica Américas, empresa de consultoria estratégica com sede em Washington, D.C. Foi consultor sênior do embaixador dos Estados Unidos na ONU e diretor do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca para o Brasil e o Cone Sul durante o governo Obama. É Senior Fellow do Programa Brasil do Inter-American Dialogue e possui mestrado (M.A.) pela John F. Kennedy School of Government, da Harvard University.

Diretor geral da Fundação FHC, cientista político e Distinguished Fellow of the Kellogg Institute for International Studies.
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