Apesar das críticas aos bombardeios dos Estados Unidos e de Israel, Pequim tem evitado se envolver diretamente no atual conflito no Oriente Médio. Ao mesmo tempo, acompanha atentamente seus desdobramentos, tanto do ponto de vista geopolítico quanto militar. Com boas relações com diversos países da região e interesse em sua futura reconstrução e estabilidade, alguns analistas sugerem que a China pode até emergir como uma das beneficiárias indiretas do conflito. Que implicações a guerra poderá ter para os interesses estratégicos da China e para a reconfiguração geopolítica do Oriente Médio — uma região central para o equilíbrio de poder global?

Professor emérito do Graduate Institute of International and Development Studies e membro do Stimson Center.

Diretora Executiva do Conselho Empresarial Brasil-China e autora dos livros ‘Os Chineses’ (Editora Contexto) e ‘China – O Renascimento do Império’ (Editora Planeta). Mestre pela Escola de Estudos Internacionais Avançados da Johns Hopkins University, atuou como jornalista por 30 anos e foi correspondente na China, nos EUA e na Argentina.

Diretor geral da Fundação FHC, cientista político e Distinguished Fellow of the Kellogg Institute for International Studies.
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